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	<title>Lavanderia São Jorge</title>
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		<title>Empresa é multada por despejar produtos químicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lavanderia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 13:16:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Guarda Municipal de Araucária recebeu várias ligações de moradores vizinhos de uma empresa localizada no bairro Sabiá,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Guarda Municipal de Araucária recebeu várias ligações de moradores 
vizinhos de uma empresa localizada no bairro Sabiá, denunciando uma 
lavanderia industrial, que estaria despejando produtos químicos em um 
córrego. O Pelotão Verde foi até o local, coletou informações e repassou
 à Secretaria do Meio Ambiente, que prontamente enviou uma equipe de 
fiscalização, constatando o fato.</p>



<p>O proprietário foi identificado, notificado e recebeu uma multa no 
valor de R$ 2.000,00 por causar danos ao meio ambiente e atuar em 
desacordo com a licença de funcionamento. Segundo a SMMA, se houver 
reincidência, novas multas serão aplicadas. </p>



<p>FONTE: O POPULAR</p>
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		<title>Tecnologias da Indústria 4.0 aumentam em 22%, em média, produtividade em PMEs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lavanderia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 13:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnologias digitais da Indústria 4.0 permitem aumentar em 22%, em média, a produtividade de micro, pequenas e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As tecnologias digitais da Indústria 4.0 permitem aumentar em 22%, em
 média, a produtividade de micro, pequenas e médias empresas. O 
resultado foi obtido no programa-piloto Indústria Mais Avançada, 
executado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) com 
43 empresas de 24 estados. O projeto é o primeiro a testar no Brasil, em
 todas as regiões do país, o impacto na produção do uso de ferramentas 
de baixo custo, como sensoriamento, computação em nuvem e internet das 
coisas (IoT).</p>



<p>As empresas participantes já possuíam bom índice de produtividade 
antes do piloto, poi tinham passado pelo Brasil Mais Produtivo. O 
programa do governo federal, executado pelo SENAI, elevou em 52%, em 
média, a produtividade de três mil micro, pequenas e médias indústrias 
por meio de técnicas de manufatura enxuta (lean manufacturing). Após as 
duas etapas de atendimento de consultores do SENAI, as companhias 
aumentaram em 85%, em média, sua capacidade de produzir sem alterar o 
quadro de funcionários.</p>



<p>&#8220;O objetivo do SENAI com a experiência-piloto, chamada de Indústria 
mais Avançada, é refinar um método de baixo custo, alto impacto e de 
rápida implementação, que ajude as empresas brasileiras a se inserirem 
na 4ª Revolução Industrial&#8221;, explica o diretor-geral da instituição, 
Rafael Lucchesi. &#8220;A iniciativa do SENAI prova que a Indústria 4.0 é para
 todos: qualquer tipo de empresa, em qualquer estado do Brasil. O 
resultado nacional é relevante, e, principalmente, houve ganhos 
significativos para todas as empresas atendidas&#8221;, completa.</p>



<p><strong>Sensores</strong></p>



<p>Os pilotos foram realizados entre maio de 2018 e outubro deste ano em
 empresas dos segmentos de Alimentos e Bebidas, Metalmecânica, 
Moveleiro, Vestuário e Calçados. Os especialistas do SENAI instalaram 
sensores, que coletam dados, e coletores, que os armazenam. Em seguida, 
as informações eram transmitidas para a plataforma Minha Indústria 
Avançada (MInA), que permite acesso aos dados de produção da máquina 
sensoriada. Por meio de tablets e celulares, os gestores podem 
acompanhar, em tempo real, o desempenho da linha de produção e, com 
isso, ter maior controle de indicadores do processo e antecipar-se a 
eventuais problemas.</p>



<p>As empresas da região Nordeste, com aumento médio de 28,2%, foram as 
que mais tiveram ganhos de produtividade com o Indústria Mais Avançada. A
 Japastel, pequena indústria de Salvador que produz massas para pastel e
 pizza, por exemplo, conseguiu elevar em 32,8% sua capacidade produtiva 
com uso de sensores na máquina de empacotamento de pizza. A empresa já 
havia alcançado ganho de 100% ao passar pelo Brasil Mais Produtivo. Ou 
seja, ao participar das duas etapas, a companhia mais que dobrou sua 
produção com o mesmo time de colaboradores e sem aumentar o custo.</p>



<p>&#8220;A tecnologia ajudou a otimizar o tempo e diminuiu o desperdício. Com
 isso foi possível aumentar o lucro, pois conseguimos utilizar melhor a 
matéria-prima&#8221;, explica Rose Fukuhara, dona da Japastel. Ela conta que 
hoje tem outra percepção do que é a Indústria 4.0. &#8220;Antes eu achava que o
 investimento seria muito alto&#8221;, diz ela. O equipamento instalado pelo 
SENAI em cada empresa custou até R$ 3 mil.</p>



<p>Os resultados do piloto também foram expressivos na região 
Centro-Oeste, com aumento médio de 22,44% em produtividade. Em seguida, 
estão empresas do Norte (22,29%), do Sudeste (18,42%) e do Sul (6,37%).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tiinside.com.br/wp-content/uploads/2019/12/CNI1.png?resize=468%2C211&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-381114"/></figure></div>



<p>Em relação aos estados, as empresas do Piauí, do Rio Grande do Norte,
 do Acre e de São Paulo foram as que mais tiraram proveito da 
digitalização de sua linha produção.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tiinside.com.br/wp-content/uploads/2019/12/CNI2.png?resize=468%2C707&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-381115"/></figure></div>



<p>O gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI, Marcelo Prim, 
explica que as empresas que obtiveram maiores ganhos com as tecnologias 
digitais foram aquelas que utilizavam menos técnicas de gerenciamento da
 produção antes de participar do programa. &#8220;A técnica nova, ao ser 
introduzida em uma empresa que utiliza poucos métodos de gestão, 
proporciona um ganho maior em produtividade&#8221;, afirma.</p>



<p>Em relação ao segmento da empresa, Marcelo Prim explica que todas as 
áreas atendidas tiveram, em média, um ganho significativo de 
produtividade, porém, com pequenas diferenças em relação a quanto cada 
um conseguiu incorporar a nova tecnologia a seu processo produtivo. 
&#8220;Concluímos que o ganho de produtividade está mais relacionado com o 
quanto se aprende com o processo produtivo, e como esse aprendizado se 
transforma em ações concretas. Trata-se mais de uma ciência de dados e 
de capacitação de pessoas do que de automação de processos produtivos&#8221;, 
diz.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tiinside.com.br/wp-content/uploads/2019/12/CNI3.png?resize=468%2C184&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-381116"/></figure></div>



<p>O gerente do SENAI explica ainda que as microempresas foram as que 
mais se beneficiaram do uso inicial de tecnologias digitais. &#8220;É provável
 que tenha sido a primeira vez que a empresa parou para analisar seu 
processo produtivo e conseguiu compreendê-lo de uma forma ampla. Com 
isso os ganhos são imensos&#8221;, afirma. Observamos que as tecnologias da 
Indústria 4.0 são uma grande oportunidade especialmente para a micro e 
pequenas empresas&#8221;, complementa Prim.</p>



<p>As grandes companhias não participaram deste piloto, pois foram 
selecionadas participantes do Brasil Mais Produtivo, programa 
direcionado a pequenos e médios negócios.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tiinside.com.br/wp-content/uploads/2019/12/CNI4.png?resize=468%2C326&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-381117"/></figure></div>



<p>A análise dos resultados do programa-piloto também mostrou que a 
percepção do ganho obtido com a tecnologia é muito afetada pelo porte da
 empresa. As médias e grandes empresas tendem a investir em tecnologias 
da Indústria 4.0 para dar continuidade aos esforços de aumento de 
produtividade. Os micro e pequenos empresários, por sua vez, valorizam 
mais a agilidade permitida pelo sistema.</p>



<p>&#8220;O sistema permite aprender com o processo produtivo, diminuindo o 
tempo de resposta, tornando-o mais ágil e previsível. Garantir que 
aquilo que o empresário planejou será entregue nos prazos que ele 
combinou com o mercado traz um nível de competitividade maior para a 
pequena empresa e ela consegue se inserir mais facilmente nas cadeias de
 valor&#8221;, analisa Prim.</p>



<p><strong>Estímulo</strong></p>



<p>O empresário Domingos Moreira Cordeiro, dono da 3A Alumínio, que 
produz portas e janelas de metal, é um dos que comemora tanto o aumento 
de 25% em produtividade quanto de organização do processo após o uso de 
tecnologias digitais. Na empresa de 90 funcionários, localizada em 
Taboão da Serra (SP), foram instalados sensores em quatro estações de 
trabalho que produzem folhas de alumínio. &#8220;O benefício foi grande. Eu 
tive um ganho de produvidade e hoje consigo ver a performance de cada 
estação de trabalho em tempo real&#8221;, diz ele. A indústria já havia 
passado pelo Brasil Mais Produtivo, em 2017, quando conseguiu ganhos de 
86% em seu sistema produtivo.</p>



<p>A experiência realizada pelo SENAI, a primeira com Indústria 4.0 da 
empresa, estimulou o empresário, que é engenheiro mecânico, a avançar 
nesse campo. Com a ajuda de sua equipe de Tecnologia da Informação (TI),
 ele desenvolveu um novo sistema que controla a saída do produto final, 
assim como as ordens de serviços em execução, o processo de montagem e o
 tempo-padrão de produção. Cordeiro conta que o teste com a tecnologia 
alterou sua percepção sobre o tema. &#8220;Sou um aficionado por Indústria 4.0
 e, quando eu comecei a pesquisar, eu achava que era coisa para grande 
empresa. Com o tempo, eu vi que essa percepção não era real, que eu 
podia implantar na minha empresa&#8221;, conta.</p>



<p>Em São Paulo, o piloto também foi realizado na Engedom Artefatos de 
Metais, indústria metalmecânica que produz utilidades domésticas. O 
trabalho ocorreu na área de lavanderia e metalurgia do varal de piso com
 abas. A tecnologia elevou em 50,41% a produtividade da empresa, que já 
estava com o processo organizado após ter passado pelo Brasil Mais 
Produtivo, quando tinha obtido ganhos de mais de 200%.</p>



<p>O SENAI recomenda quatro passos para as indústrias brasileiras se 
atualizarem tecnologicamente. A digitalização é um dos primeiros degraus
 no processo. Nesse estágio, as tecnologias ajudam as empresas a 
conhecerem melhor seu chão de fábrica e a conseguirem se antecipar a 
eventos como paradas de máquinas, que afetam a eficiência do processo 
produtivo.</p>



<p><strong>Passo a passo rumo à indústria 4.0</strong></p>



<p>1) Enxugar processos: a recomendação é que, antes de digitalizar seus
 processos, a empresa adote métodos gerenciais e práticas 
organizacionais, como eficiência energética, produção limpa e manufatura
 enxuta (lean manufacturing), técnica que reduz desperdícios com medidas
 de baixo custo, com excelentes resultados no aumento de produtividade.</p>



<p>2) Qualificar trabalhadores: é fundamental qualificar os 
profissionais das empresas em técnicas como programação, robótica 
colaborativa e análise de dados, assim como desenvolver competências 
socioemocionais com métodos para estimular a criatividade, resolução de 
conflitos, o empreendedorismo, a liderança e a comunicação.</p>



<p>3) Empregar tecnologias disponíveis e de baixo custo: o SENAI 
recomenda que as tecnologias digitais sejam empregadas, em um primeiro 
momento, para que as empresas aprendam o que está ocorrendo no seu chão 
de fábrica e sejam mais ágeis nas decisões. A sugestão é iniciar pela 
digitalização – utilização de soluções de baixo custo, como 
sensoriamento, internet das coisas, computação em nuvem e big data para 
melhor compreensão do processo produtivo. Em seguida, podem ser 
utilizadas técnicas como &#8220;advanced analytics&#8221; e inteligência artificial 
para prever problemas que afetam a produtividade, como quebras de 
máquinas.</p>



<p>4) Investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação: a fim de serem  mais competitivas e oferecerem melhores produtos, as empresas precisam  investir em inovação. A recomendação é que os empresários tenham como  objetivo a implantação de fábricas inteligentes, flexíveis e ágeis,  conectadas com suas cadeias de fornecimento e com capacidade de  customização em massa de seus produtos, estágio mais avançado da  Indústria 4.0.</p>



<p>FONTE: TI INSIDE</p>
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		<title>Serviços de lavanderia geram economia de 60% no consumo de água e 21% de energia elétrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lavanderia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 13:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[São Paulo (SP), 22 de novembro do ano 2019 – O aumento da procura por lavanderias teve início...]]></description>
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<p><strong> São Paulo (SP), 22 de novembro do ano 2019 –</strong> O  
aumento da procura por lavanderias teve início durante a crise hídrica, 
mas algumas pessoas decidiram mudar os hábitos  de consumo deste tipo de
 serviço após colocarem os gastos na ponta do lápis. Em um cálculo 
simples, foi possível verificar que uma  família composta por quatro 
pessoas consome, em média, 5.400 litros de água por mês ao lavar as 
roupas em casa. Aquelas que optam em  levar as peças de vestuário à 
lavanderia gastam 2.160 litros de água por mês, registrando uma economia
 de 3.240 litros mensais, volume  este 60% menor. Isso, porque as 
máquinas conseguem evitar o desperdício ao lavar uma quantidade maior de
 roupas em um mesmo ciclo. O  cálculo é feito pelo Sindilav (Sindicato 
Intermunicipal de Lavanderias no Estado de São Paulo), com base em dados
 fornecidos pela  SABESP e pela ANEL (Associação Nacional de Empresas de
 Lavanderia). </p>



<p> Um levantamento realizado pela Universidade de Michigam em parceria com a SABESP também mostra que, em média, 21% da  conta de água dos brasileiros vem da limpeza  de roupas. Além da redução na conta de água, quem prefere utilizar a lavanderia também economiza até 21% na conta de energia elétrica. “As  máquinas utilizadas em uma lavanderia trabalham sempre cheias, lavando uma quantidade maior de roupas. Toda a energia necessária para  movimentá-la é bem utilizada, evitando assim possíveis desperdícios. O cliente também deixa te ter gastos com sabão em pó ou  líquido, amaciante e alvejantes, além de ganhar tempo, já que profissionais qualificados irão lavar as peças obedecendo às normas e instruções apresentadas em cada etiqueta. Dessa forma, os resultados são  claramente sentidos no bolso do consumidor”, explica o diretor de  operações, Fernando Toledo. </p>



<p>Além da questão da economia, há fatores importantes que contribuem para a conservação e durabilidade das roupas, como a utilização correta dos produtos em doses certas, sempre seguindo as orientações de limpeza, secagem e passadoria que constam na etiqueta. Além disso, o cuidado e a preservação do meio ambiente é aspecto fundamental nas lavanderias da rede, pois a água é tratada de forma eficiente antes de dispensá-la. Neste sentido, os clientes conseguem preservar tanto as roupas quanto a natureza.</p>



<p><strong>FONTE: JORNAL DIA DIA</strong></p>
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